Thursday, December 9, 2010

Onde existem Diamantes Profetas e Amor é uma ilusão.

Amor, amores, amor que dói, amor que mata, sangue e rancor, ah amor! Quando há amor, não se vê mais saída, não se vê a luz no fim do túnel, há um final? Dor, arrepios, frio no estômago, dores na barriga, sentimentos fluem como o ar poluído das grandes cidades, não se vê mais claramente a não ser a escuridão da fumaça negra da poluição do amor. Ás vezes eu gostaria de não sentir, não sentir meu coração bater duas vezes mais forte em momentos de dor ou até mesmo felicidade ou susto, não tivera paixão e nem paixões rápidas; odeio me encantar por alguém e odeio um tanto mais amar alguém. Você ama, mas nunca é amado, você se mostra totalmente disposto a fazer qualquer coisa por sua pessoa amada, se sacrifica, leva criticas e tiros em seu coração, sua mente se confunde a ponto de você fazer loucuras e coisas que se estivesse sóbrio de amor, você jamais faria. Destrói-se e se desnutre, se corrompe se desmancha. Luz negra, luz branca e perolas no rio, o riacho as leva embora como folhas caídas de outono. Verão sem sol, luz da lua claramente ilumina o coração sangrento, partido a três, morto sobre uma almofada vermelha ele se distorce e se quebra novamente sangrando até a última gota. Gota que cai no chão frio o sangue quente transforma aquele lugar, vermelho, negro. Percebe-se que o amor ali já passou a não existir mais. O que sentir, o que querer e o que devo fazer? Amor, não pertenço a isso, não quero fazer parte da falsidade continua causado pelos falsos sentimentos, coração mentiroso. Veias abertas mostram o caminho errado, uma boa mente fria lhe mostrará a direção correta. - Siga em frente – Diz tal mente fria.
O ingênuo, já com coração partido, anorexo é faminto, partiu... Disse a veias abertas que gostaria de ir ao caminho certo, elas acabaram o destruindo, coração ingênuo morte em sangue, morte em dor. - Não há um fim até que se jorre sangue; até que corpos se corrompam e virem pó. - Dizem os Diamantes Negros que vivem nas arvores arcádica. O bom escritor desacreditado, ele amou, sopitou, chorou, escreveu sobre sua historia de dor que quis chamara de historia de amor, a mente fria ele não tinha e veias abertas o dominaram. Seu estado era critico, Diamantes Negros já não podera o suprir de dor, ele se corrompeu até vir a pó. Como fênix, o bom escritor sangrando voltou, ensinado dessa vez que o amor não existira, confinado, aprendido e nada ingênuo descoberto que mágica positiva não existe. – sempre há aquele o qual bom for a aprender, designado a viver friamente, poderá sempre voltar, neutro, dor oculta, velho não se sentirá, penas brancas e gatos negros, juntos a sua cabeça o ajudara. – Dizem os Diamantes Negros.

1 comentários:

Letícia R. said...

Realmente o amor é uma coisa sem porquê. É amar pra colher sofrimento. Fico hesitando em como uma coisa que dizem ser tão boa, pode nos ferir tanto...

Muitas e muitas vezes desejei ser fria com isso. Mas parece que sou a ingênua que acabará partindo.